SISTEMA DE ENERGIA FOTOVOLTAICA ON-GRID:

Também conhecido como grid-tie ou conectado à rede, precisa da existência da rede elétrica local para funcionamento, tendo a produção de energia entregue diretamente a ela.

  • Sua usina de energia fotovoltaica capta energia solar;

  • Converte em energia alternada;

  • Envia a energia que sobra para rede elétrica convertendo a energia em credito kW;

  • Durante a noite você utiliza a os créditos kW da energia que você enviou para rede elétrica em sua residência ou outra instalação que esteja em seu nome.

Os painéis instalados no telhado captam a energia do sol e transformam em energia elétrica.

O inversor converte a energia elétrica gerada pelos painéis em um formato idêntico ao fornecido pela distribuidora de energia.

O medidor de energia bidirecional mede tanto o consumo do local quanto a energia injetada na rede.

A rede de distribuição absorve qualquer excedente de energia injetada e fornece energia à noite e nos momentos onde a geração está baixa.

COMO COMEÇAR

1º Passo
Solicitar um orçamento

Faremos um orçamento com base no histórico de consumo de energia dos últimos 12 meses. Nessa etapa precisaremos de uma cópia recente da fatura de energia

2º Passo
Apresentação do Pré-Projeto

O estudo é gratuito e mostrará o valor do investimento e o quanto será a economia com a instalação do sistema.

3º Passo
Visita técnica

Nossa equipe irá agendar uma visita no local para levantamento de dados técnicos complementares para que o sistema fotovoltaico seja projetado de forma otimizada e obedeça a todas as normas.

4º Passo
Apresentação da proposta final

Apresentaremos um orçamento competitivo que irá contemplar o registro da documentação na distribuidora, fornecimento de todos os equipamentos, instalação, frete e todos impostos. Apresentaremos as melhores opções de financiamento para viabilizar o seu projeto. Entenda porque escolher a SolarVolt para executar o seu projeto.

5º Passo
Instalação

Nossos profissionais técnicos irão instalar o seu sistema de forma rápida, segura e eficiente. Entregaremos o seu projeto gerando e economizando na conta de energia.

6º Passo
Pós-venda

Valorizamos muito a relação de confiança construída com o cliente e por isso temos um time de pós-venda dedicado ao suporte técnico. Desenvolvemos uma ferramenta única para o monitoramento online da geração de energia e do consumo para acompanhamento dos resultados do projeto. Estaremos sempre por perto para garantir que tudo funcione perfeitamente.

Parece não haver um símbolo tão brasileiro quanto o sol que brilha para nós, ilumina nossas festas, faz nosso povo tão acolhedor e, porque não, a energia que ilumina nossas casas?

O país possui um grande potencial para gerar eletricidade a partir do sol. Só para se ter uma ideia, no local menos ensolarado no Brasil é possível gerar mais eletricidade solar do que no local mais ensolarado da Alemanha, que é um dos líderes no uso da energia fotovoltaica (FV). Segundo o Atlas Brasileiro de Energia Solar, diariamente incide entre 4.444 Wh/m² a 5.483 Wh/m² no país.

Apesar dessas condições favoráveis, o uso de energia solar para geração elétrica pode e tem as condições de ser considerado como uma opção para alimentar nossas indústrias, casas e edifícios. Como o país já possui uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo, a melhor integração da energia solar FV vem sendo como fonte complementar, aproximando a geração do consumo e reduzindo assim perdas com transmissão.

A publicação da Resolução Normativa 482 em abril de 2012, pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e sua revisão, a REN 687/2015, ampliou essas possibilidades, introduzindo o sistema net metering no Brasil, mais conhecido como Sistema de Compensação de Energia. Desta forma, reduziu as barreiras para a conexão de sistemas fotovoltaicos à rede de distribuição como a exigência de que as distribuidoras disponibilizem um processo online de solicitação da instalação junto à empresa, além do aumento do prazo para a utilização dos créditos dos consumidores referente ao excedente da fatura – de 36 meses para 60 meses. Saiba mais em nosso Guia de Microgeradores Fotovoltaicos, clicando aqui.

Se nas cidades há vastas áreas sobre as edificações para a instalação de painéis fotovoltaicos, no meio rural, essa fonte energética é a opção mais limpa e segura para levar eletricidade a comunidades isoladas e de difícil acesso.

Além disso, o Brasil possui uma das maiores reservas de silício do mundo. Isso faz com que o país seja um local privilegiado para desenvolver uma indústria local de produção de células solares, gerando empregos e retorno em impostos pagos. Para isso, seria preciso investir em pesquisas para desenvolver um conhecimento de purificação do silício até o chamado “grau solar”, que é superior ao do silício empregado na siderurgia.

 

Atlas Brasileiro de Energia Solar

Após mais de 10 anos, o Centro de Ciência do Sistema Terrestre (CCST) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), através do seu Laboratório de Modelagem e Estudos de Recursos Renováveis de Energia (LABREN), publicou a segunda edição, ampliada e revisada, do Atlas Brasileiro de Energia Solar. Trata‐se de um exemplo de trabalho cooperativo entre o INPE e pesquisadores de várias instituições no Brasil: a Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e o Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC).

Para essa nova edição, foram empregados mais de 17 anos de dados satelitais e implementados diversos avanços nas parametrizações do modelo de transferência radiativa BRASIL‐SR, visando melhorar ainda mais a confiabilidade da base de dados produzida e disponibilizada para acesso público. Além desses avanços, a nova versão contém análises sobre os níveis de confiança, sobre a variabilidade espacial e temporal do recurso solar, além de apresentar cenários de emprego de várias tecnologias solares. Embora o foco do Atlas seja a área de energia, os dados apresentados também atendem usuários em várias outras áreas de conhecimento, como a meteorologia, climatologia, agricultura, hidrologia e arquitetura.

O Atlas completo pode ser acessado no seguinte link: http://ftp.cptec.inpe.br/labren/publ/livros/Atlas_Brasileiro_Energia_Solar_2a_Edicao.pdf

Fonte: Atlas Brasileiro de Energia Solar – 2° Edição, INPE, 2017.

Os sistemas fotovoltaicos integradas às edificações urbanas e conectadas à rede oferecem diversas vantagens para o sistema elétrico de um país, muitas delas relacionadas à redução de custos e que ainda não são consideradas ou quantificadas. Podemos citar:

redução de perdas por transmissão e distribuição de energia, já que a eletricidade é consumida onde é produzida;
redução de investimentos em linhas de transmissão e distribuição;
baixo impacto ambiental;
fornecimento de maiores quantidades de eletricidade nos momentos de maior demanda (ex.: o uso de ar-condicionado é maior ao meio-dia no Brasil, quando há maior incidência solar e, consequentemente, maior geração elétrica solar);
a não exigência de área física dedicada; e
rápida instalação devido à sua grande modularidade e curtos prazos de instalação, aumentando assim a geração elétrica necessária em determinado ponto ou edificação.
Fonte: RÜTHER, Ricardo. Edifícios Solares Fotovoltaicos. Florianópolis: LABSOLAR, 2004.

 

Custos da Energia Solar

Ao instalar um sistema fotovoltaico conectado à rede elétrica em sua casa, você economizará na sua conta de luz já no primeiro mês de funcionamento. O quanto irá economizar dependerá da potência do sistema FV instalado, porém, você não precisará mais se preocupar com os aumentos da tarifa de energia por, no mínimo, 25 anos, que é o tempo de garantia fornecido por grande parte dos fabricantes de módulos fotovoltaicos.

Em 2017, o preço médio cobrado por instaladores no Brasil foi de R$ 6,29 por Watt pico (Wp) instalado, segundo Estudo anual do Instituto IDEAL chamado “O mercado brasileiro de geração distribuída fotovoltaica – Edição 2018”. Isso significa que, se para atender à demanda energética de sua casa você precisar de dois quilowatt pico (2kWp), você terá que investir, em média, R$ 15.000,00.

Contudo, o indicado é conversar com diferentes empresas, pois a variação do preço no país ainda é grande.

Apesar de apresentar uma queda em relação às estimativas feitas nos últimos anos, esse valor ainda é superior ao praticado em outros países. “Em relação aos valores internacionais, o preço no Brasil ainda é elevado, principalmente em comparação à Alemanha. Para sistemas de até 100 kWp, por exemplo, é pago no Brasil cerca de 76% a mais do que nesse país”, aponta o estudo.

No mercado internacional, esse valor vem caindo consideravelmente nos últimos anos. A maior queda nos preços ocorreu entre 2008 e 2009, passando de valores altos como US$ 3,5 por watt em 2008, para US$ 2 por watt em dezembro de 2009.

O aumento da temperatura global, resultante das emissões de gases do efeito estufa na atmosfera, já começa a provocar alterações no clima trazendo prejuízos sociais, ambientais e econômicos. “O aquecimento do sistema climático é inequívoco, como está agora evidente nas observações do aumento das temperaturas médias globais do ar e do oceano, do derretimento generalizado da neve e do gelo e da elevação do nível global médio do mar”, declararam os cientistas no quarto Relatório de Avaliação do IPCC, publicado em 2007.

Entre as consequências do aquecimento global previstas pelos 2,5 mil cientistas do Painel Intergovernamental de Mudanças do Clima (IPCC – Intergovernamental Pannel on Climate Change) estão: aumento na frequência e intensidade de fenômenos climáticos extremos como fortes chuvas, tornados e secas, aumento no nível dos oceanos e desaparecimento das calotas polares.

Os cientistas do IPCC afirmam que “muito provavelmente” a causa do problema é o excesso de gases do efeito estufa, como dióxido de carbono (CO2), metano (CH4) e óxido nitroso (N2O), lançados pelas atividades humanas na atmosfera desde 1750 e que, agora, ultrapassam “em muito” os valores pré-industriais. A principal origem destas emissões está na queima de combustíveis fósseis, como carvão e petróleo, que são usados para produzir energia.

A gravidade dessas consequências dependerá da capacidade da humanidade de controlar as emissões a partir de medidas de mitigação, tais como a substituição do uso de fontes fósseis de energia por renováveis.

Existem hoje diversas opções energéticas mais limpas como a obtida a partir do vento (eólica), do sol (solar), das ondas e da biomassa. Cientistas e especialistas ambientais não param de repetir que o uso de energias renováveis é uma das principais maneiras de minimizar as mudanças climáticas.

Por isso, ao optar pela geração solar fotovoltaica, o consumidor contribui também para a mitigação das mudanças climáticas, um problema global que depende também dos hábitos de consumo de todos os cidadãos.

O Brasil possui importantes centros de pesquisa e laboratórios que são referência no conhecimento sobre geração fotovoltaica, formando profissionais capacitados para atuar nesse mercado e promovendo inovações tecnológicas adaptadas às necessidades nacionais. Abaixo você encontra uma lista com os principais:

Centro Integrado de Pesquisa em Energia Solar da Universidade Federal de Santa Catarina (Fotovoltaica-UFSC) 

Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Eletrobras Cepel) 

Centro de Referência para Energia Solar e Eólica Sérgio de Salvo Brito (Cresesb) 

Grupo de Eletrônica de Potência e Controle da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)

Grupo de Estudos e Desenvolvimento de Alternativas Energéticas da Universidade Federal do Pará (GEDAE/UFPA) 

Laboratório de Sistemas Fotovoltaicos da Universidade de São Paulo (USP) 

Laboratório de Energia Solar da Universidade Federal do Rio Grande do Sul 

P&D Estratégico em Energia Solar

Usina Cidade Azul – P&D Tractebel/UFSC. Crédito: Fotovoltaica UFSC Como intuito de ajudar a desenvolver a cadeia produtiva de energia solar no Brasil, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) publicou em agosto de 2011 uma Chamada de Projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) Estratégico específica para a área de energia fotovoltaica, denominada 013/2011 – “Arranjos Técnicos e Comerciais para Inserção da Geração Solar Fotovoltaica na Matriz Energética Brasileira”. 

Inicialmente, foram recebidas 18 propostas (Confira aqui a lista), que totalizavam um investimento previsto de R$ 395,9 milhões em um prazo de três anos. A previsão é que os projetos que tiveram continuidade sejam encerrados no decorrer de 2016.

Entre os requisitos da chamada estavam: a implantação de uma planta solar fotovoltaica de 0,5 MWp a 3,0 MWp, definição da forma de comercialização da energia gerada e a razoabilidade dos custos. A maior usina instalada foi pelo projeto da Tractebel Energia e UFSC, em Capivari de Baixo (SC), com 3 MWp. Também, como resultado de um dos projetos, foi instalado em 2012 pela CPFL a primeira planta solar do estado de São Paulo, com 1,1 MWp, em Campinas, chamada Usina Tanquinho.

Confira as apresentações realizadas por cada um dos proponentes no processo de acompanhamento realizado pela ANEEL clicando aqui.

“A obrigatoriedade na aplicação dos recursos em P&D está prevista em lei e nos contratos de concessão, cabendo à Agência regulamentar o investimento no programa, acompanhar a execução dos projetos e avaliar seus resultados. A legislação estabelece que as empresas concessionárias, permissionárias ou autorizadas de distribuição, transmissão e geração de energia elétrica devem aplicar anualmente um percentual mínimo de sua receita operacional líquida no Programa de P&D do setor de energia elétrica. As diretrizes e orientações que regulamentam a elaboração de projetos estão no Manual de P&D.” – ANEEL

Com informações da ANEEL, disponibilizadas no link http://www.aneel.gov.br/aplicacoes/noticias/Output_Noticias.cfm?Identidade=5123&id_area=90

A força do sol

O aumento da capacidade instalada de geração de energia renovável no mundo bateu novo recorde em 2016 − 161 gigawatts (GW). E, pela primeira vez, a fonte que mais cresceu foi a solar fotovoltaica (47%), seguida pela eólica (34%) e hidroelétrica (15,5%). Os dados são do Relatório Estado Global das Renováveis (GSR) 2017, produzido pela Rede de Políticas de Energias Renováveis para o Século 21 (REN 21). “O mundo agora adiciona mais capacidade de energia renovável anualmente do que adiciona capacidade de todos os combustíveis fósseis combinados”, apontou o relatório.

Em relação à energia solar fotovoltaica (FV), o aumento foi de 75 GW ao redor do mundo em 2016, totalizando 303 GW. Isso equivale à instalação de 31 mil módulos solares por hora. O tamanho do mercado mundial de energia solar FV, como apontou o estudo do ano anterior, é cerca de 10 vezes maior que o de uma década atrás.

No fim de 2016, todos os continentes, exceto a Antártica, produziam energia solar. E pelo menos 24 países tinham mais de 1 GW de capacidade instalada. E ao menos 114, tinham capacidade superior a 10 MW.

O Brasil ainda não está neste seleto grupo, mas caminha para chegar a este patamar. Segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), ainda em 2017 o país terá capacidade instalada de 1 GW, vai chegar a seu primeiro gigawatt.

Pelo quarto ano seguido, a Ásia eclipsou os outros mercados, somando três quartos do acréscimo de capacidade instalada no mundo. Os cinco principais mercados (China, Estados Unidos, Japão, Índia e Reino Unido) representaram 85% do aumento. Completam os 10 maiores: Alemanha, Coreia do Sul, Austrália, Filipinas e Chile.

Se contar os países com maior capacidade instalada no total, os cinco primeiros são China, Japão, Alemanha, Estados Unidos e Itália. Um dos destaques apontados pelo relatório é o Japão, que ultrapassou a Alemanha. No entanto, levando-se em conta a capacidade per capita, a Alemanha continua liderando. É seguida por Japão, Itália, Bélgica e Austrália.

Confira abaixo mais informações sobre a geração de energia solar fotovoltaica no mundo.

 

América

Os Estados Unidos foram o segundo país com maior crescimento, embora tenham ficado bem atrás da China. Pela primeira vez, a energia FV foi a tecnologia que mais cresceu. Mais de 14,8 GW de capacidade  − quase o dobro de 2015 – foi instalado, totalizando 40,9 GW.

A energia FV desempenha um papel importante na América Latina e no Caribe, sobretudo com projetos em larga escala. O Chile foi o destaque na região, ficando em 10º lugar no acréscimo da capacidade instalada no mundo. O país adicionou mais de 0,7 GW em 2016, chegando a 1,6 GW. Já o México somou cerca de 150 MW, chegando a 0,3 GW.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) publicou no dia 17 de abril uma nova resolução normativa (482/2012) para facilitar a conexão à rede de distribuição de mini e microgeradores a partir de fontes renováveis. Além de estabelecer os procedimentos gerais para a conexão à rede de mini e microgeradores, a resolução propõe a criação de um sistema de compensação de energia conhecido internacionalmente como net metering.

Com ele, o proprietário de um pequeno gerador não precisa consumir toda a energia produzida no momento da geração uma vez que ela poderá ser injetada na rede e, nos meses seguintes, o consumidor receberá créditos em kWh na conta de luz que poderão ser compensados pela energia consumida da rede.

O efetivo faturamento das primeiras unidades consumidoras no sistema de compensação de energia começou a ocorrer em 2013 e, ao final de 2015, já eram contabilizados mais de mil geradores conectados à rede, sendo mais de 90% sistemas fotovoltaicos.

Em dezembro de 2015, a ANEEL publicou a revisão da RN 482/2012, a Resolução Normativa 687/15 , aprimorando alguns pontos tais como permitir a instalação de geração distribuída em condomínios, com a repartição em porcentagens da energia gerada entre os condôminos.

 

Links importantes
Desconto de TUSD e TUST

A ANEEL publicou em 19 de abril de 2012, junto a resolução sobre microusinas (micro e minigeração distribuída), a resolução 481 que reduz para até 80% o desconto das chamadas Tarifas de Uso do Sistema de Distribuição e Transmissão (TUSD e TUST) nos primeiros 10 anos do projeto (para os empreendimentos que entrarem em operação comercial até 31 de dezembro de 2017.